São também os tropeções, os turbilhões e os becos (quase) sem saída que nos alumiam o caminho.

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“Se calhar não apelidaríamos este texto de testemunho, mas sim de partilha de como temos vivido a nossa vida. Apenas nos deixamos levar, com confiança, naquilo que ambos sabemos, enquanto casal, que Deus tem confiado para nós, seja o que for, aceitando (por vezes não compreendendo) e aceitando.

É isto que nos alimenta o casamento. Quer quando Deus nos põe pedras no caminho, quando uma médica nos disse que não poderíamos ter filhos ou quando nos entrega a imensa bênção da paternidade que pela sua Graça já vai em quatro! Sempre confiando e tentando fazer o que está certo, como a Rita diz, e bem, perguntando: o que é que Jesus faria no meu lugar?

São também os tropeções, os turbilhões e os becos (quase) sem saída que nos alumiam o caminho. O casamento não pede egoísmos, pede compromisso, pede amor, real, carnal e incondicional, pelo qual nos é dada a possibilidade de construir um caminho para a Santidade.

Uma coisa sabemos, tudo o que tem de áspero e penoso, se aligeira num qualquer sorriso dos nossos filhos. Resumindo, o nosso casamento desde o início é um caminho de alegrias, tempestades, tropeções, alegrias, emoções, quedas , arranhões, alegrias, sorrisos e amuos e no fim do dia: tudo se resolve (de facto), com escolhas mais ou menos acertadas, que sempre nos ensinam algo e nos torna cada vez mais fortes e mais “crescidos”.

Quanto ao namoro, não há muito a dizer a não ser que só sabíamos que queríamos ser muito felizes!”

(Rita & Ricardo)

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